Nasceu na freguesia de São Pedro do Funchal, a 21 de Fevereiro de 1843. Filho de Joaquim Pinto Coelho e de D. Maria Carlota de Ornelas Pinto Coelho.
Para além de poeta foi jornalista na ilha da Madeira. Desempenhou o cargo de Chefe do Corpo da Polícia Civil, e o de redactor do «Diário de Notícias» do Funchal. Escreveu ainda para «O Povo» e para a «Imprensa Livre».
Esta representado nos espicilégios a «Harpa Madeirense» (1896) e «Flores da madeira» (1899). Publicou ainda as «Folhas Dispersas» (1899) e o folheto em verso, a Reacção e o Progresso. Durante a sua estadia no Brasil, redigiu diversas poesias para o Diário do Grão Pará.
Luís Pinto Coelho teve entre nós o primado da poesia.
Morreu no Funchal a 17 de Março de 1920.
Elucidário Madeirense, vol. III, p. 79.
PINTO COELHO, Luís de Ornelas (1843-1920)
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