“500 Anos” edita guia

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13_89695jm.jpgO “Guia dos Monumentos do Funchal” — a quarta obra editada pela Comissão Executiva Funchal 500 Anos— foi ontem lançada no Palácio de São Lourenço.

Coordenada por Diva Freitas, arquitecta e directora dos Serviços de Património da Direcção Regional de Assuntos Culturais (DRAC), esta obra é o resultado de um trabalho de muitos anos que envolveu vários profissionais e que dá a conhecer a riqueza patrimonial da urbe.

Das publicações já editadas no âmbito das comemorações do V.º Centenário da Cidade do Funchal, Pedro Calado considerou o “Guia dos Monumentos do Funchal”como a obra mais importante, esperando que esta tenha utilidade prática, ou seja, que as pessoas visitem os espaços referenciados.

Também João Henrique Silva, director regional dos Assuntos Culturais, em representação de Diva Freitas, sublinhou a importância do livro, ontem lançado, considerando ser«um instrumento de conhecimento e de fruição», um testemunho que a cidade do Funchal é «uma realidade viva e evolutiva.»

Para Monteiro Diniz, representante da República para a Madeira, «um monumento não pertence a uma dada colectividade», dando como exemplos o Mosteiro dos Jerónimos e o Palácio de São Lourenço, que, na sua óptica, «são património da portucalidade».

«Os monumentos não pertencem ao Funchal. Os monumentos e a começar pelo Palácio de São Lourenço são antes de tudo património da portucalidade. Pertencem a todas as gerações portuguesas que estiveram na origem da sua edificação», considerou.

«Podem os madeirenses estar tranquilos, porque enquanto eu for o ocupante inquilino ou o fiel depositário… (referindo-se ao Palácio) eu saberei preservar e conservar e, quando partir, entregá-lo em condições porventura superiores àquelas que encontrei», disse.

«Eu não resido no palácio, ao contrário do que se possa pensar. Eu resido nos anexos, sem condições de verdadeira habitalidade, onde não entra a luz, mesmo em plenos dias de Verão é preciso ter a luz eléctrica acesa», acrescentou Monteiro Diniz.

O “Guia dos Monumentos do Funchal” é o segundo volume da colecção de guias patrimoniais. O primeiro foi, recorde-se, o Guia dos Museus do Funchal, de Francisco Clode. Em Março próximo, serão lançados “Funchal, 500 Anos de História como Cidade”, de Rui Carita, e o “Guia dos Jardins do Funchal”, de Raimundo Quintal.

JM 15/02/2008

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