Archive for the ‘Elucidário Madeirense’ Category

PINTO COELHO, Luís de Ornelas (1843-1920)

4 Fevereiro, 2008

00_5.jpgNasceu na freguesia de São Pedro do Funchal, a 21 de Fevereiro de 1843. Filho de Joaquim Pinto Coelho e de D. Maria Carlota de Ornelas Pinto Coelho.
Para além de poeta foi jornalista na ilha da Madeira. Desempenhou o cargo de Chefe do Corpo da Polícia Civil, e o de redactor do «Diário de Notícias» do Funchal. Escreveu ainda para «O Povo» e para a «Imprensa Livre».
Esta representado nos espicilégios a «Harpa Madeirense» (1896) e «Flores da madeira» (1899). Publicou ainda as «Folhas Dispersas» (1899) e o folheto em verso, a Reacção e o Progresso. Durante a sua estadia no Brasil, redigiu diversas poesias para o Diário do Grão Pará.
Luís Pinto Coelho teve entre nós o primado da poesia.
Morreu no Funchal a 17 de Março de 1920.
Elucidário Madeirense, vol. III, p. 79.

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MONIZ, Lourenço José (1789-1857)

17 Janeiro, 2008

saomartinho_page_043.jpgFoi um dos mais distintos madeirenses da primeira metade do século XIX.
Lourenço José Moniz nasceu na freguesia de Santa Maria Maior desta cidade a 10 de Agosto de 1789.
Reconhecendo nele seu tio paterno o padre Filipe Gomes Moniz, cura da Sé Catedral, tomou a seu cargo a educação do seu jovem sobrinho.
Concluídos os estudos preparatórios no Funchal, seguiu para Inglaterra, onde matriculou-se faculdade de medicina da Universidade de Edimburgo.
Foi professor e primeiro director da Escola Medica, cargos que não chegou a exercer por se tornarem incompatíveis com o lugar de deputado e outras comissões de serviço que então desempenhava.
Em 1826, foi eleito deputado pela Madeira, para as cortes que funcionaram de 1826 a 1828.
Exerceu importantes comissões de serviço publico e ainda o cargo de governador civil de Coimbra, vogal do Conselho Ultramarino, membro de varias sociedades cientificas e literárias, etc..
Morreu em Lisboa a 4 de Dezembro de 1857, tendo 68 anos de idade.
Ver mais Elucidário Madeirense, vol. II, pp. 367-368.

eBook – O Natal Madeirense

20 Dezembro, 2007

Colectânea de artigos publicados na Revista Das Artes e Da História da Madeira e no Elucidário Madeirense, sobre o Natal na Madeira. Os artigos descrevem a crença do povo madeirense e as tradições do Natal e da Festa na Madeira.

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JESUS, Quirino Avelino de (1865-1935)

28 Novembro, 2007

Quirino Avelino de JesusNasceu no Funchal a 10 de Novembro de 1865, filho de Manuel de Jesus e D. Quirina Augusta de Jesus.
Começou por tirar o curso do Seminário, no Funchal, mas quando devia tomar ordens menores, saiu e matriculou-se em 1887 na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, que concluiu em 1892.

Concluída a formatura estabeleceu-se na capital e dedicou-se ao jornalismo, a advogacia, e ao estudo de diversas questões sociais, económicas e religiosas. Foi advogado da casa comercial Hinton & Sons. Escreveu e publicou vários folhetos mencionados no artigo Hinton.

Em 1893 publicou «As Ordens Religiosas e as Missões Ultramarinas» que é uma obra notável. Foi 1.º redactor e depois Director do «Portugal em África» depois do «Economista» e do «Correio Nacional» onde desenvolveu as suas aptidões de jornalista e de escritor.
Os seus artigos foram publicados tanto na imprensa diária de Lisboa, como em revistas de carácter económico ou financeiro, no País ou no estrangeiro.

Escreveu as obras «Lusa Epopeia», onde pôs em destaque as suas qualidades poéticas, o «O álcool do Continente na Madeira» – 1908 – , «A questão Sacarina da Madeira»,1910, «A nova questão Hinton»1915», e o poema épico «Luso Epopeia».

Foi chefe de sérvio da Caixa Geral de Depósitos, deputado eleito pela Madeira a 25 de Novembro de 1900.

Faleceu em Lisboa a 3 de Abril de 1935.

Elucidário Madeirense, Vol. II, pp. 180-181.

MIGUÉIS, Alfredo Vital (1883-1943)

31 Outubro, 2007

castelo_pico.jpgNasceu no Funchal a 28 de Abril de 1883. Iniciou a sua educação artística na Escola Industrial do Funchal.
Em 1889 matriculou-se na Academia Real de Belas Artes, onde completou o curso de pintura histórica com o pintor Columbano Bordalo Pinheiro no ano de 1911. Em 1914, concorreu para professor das Escolas Industriais. Em 1915 foi nomeado professor para a Escola Industrial de Setúbal e em 1917 foi transferido para a Escola Industrial do Funchal.
Expôs os seus trabalhos na Sociedade Nacional de Belas Artes, de Lisboa, em 1910, e participou em várias exposições, em Portugal e no estrangeiro. Os quadros “Jardim do Luxemburgo (1915)”, A “Taça de Leite (1916)” e a “Torre de Jesus em Setúbal” foram adquiridos pelo Estado para o Museu Nacional de Arte Contemporânea.
Faleceu no Funchal a 9 de Julho de 1943.

Ver Elucidário Madeirense, Vol. I, p. 346.